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Cooperativa ou Banco: qual a melhor alternativa financeira?

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Quem é correntista de um grande banco talvez ainda não conheça as vantagens de fazer parte de uma cooperativa de crédito. Isso porque estas instituições, a partir de um modelo de negócio diferenciado, oferecem uma série de benefícios para seus cooperados.

O principal deles, certamente, diz respeito às tarifas cobradas pelos serviços. Quanto a isso, é preciso ter em vista que os bancos tradicionais são controlados por um número diminuto de pessoas, que visam alcançar lucros cada vez maiores. A razoabilidade dos custos repassados às pessoas não configura uma preocupação.

A cooperativa de crédito, por outro lado, por se tratar de uma organização sem fins lucrativos pautada pelo interesse do conjunto dos cooperados, que não são meros clientes e sim sócios, consegue repassar taxas muito mais competitivas para todos.

No post de hoje, vamos tratar dessas e de outras diferenças entre os bancos e as cooperativas de crédito. Confira!

Acesso a soluções financeiras personalizadas

Os benefícios de participar de uma cooperativa de crédito não se resumem aos preços cobrados pelos serviços. Nesse sentido, devemos destacar o acesso a soluções financeiras personalizadas, voltadas para aquilo que você precisa.

Diferentemente de um banco de varejo tradicional em que há milhões de clientes, uma cooperativa de crédito tem mais e melhores condições de conhecer as reais demandas de todos os cooperados. Na prática, isso se reflete em serviços verdadeiramente alinhados às suas expectativas.

Cooperado é sinônimo de sócio

Como já destacado anteriormente, o cooperado não é um simples cliente (e nem pode ser, dada a personalidade jurídica da cooperativa de crédito), ele é um sócio da organização. Isto é, quem escolhe uma cooperativa de crédito para aplicar seus recursos poderá decidir sobre os rumos da instituição, o que nem de longe pode ser visto nos bancos.

Isso significa que nas instâncias deliberativas da organização, como as assembleias gerais, representado por seus delegados você terá poder de voz e lhe é dado o direito a voto no momento da apreciação das proposições.

Mesma oferta de serviços

Em se tratando de ofertas de serviços, podemos dizer que as cooperativas de crédito estão cada vez mais preparadas para apresentar a seus cooperados todo o mix de produtos e serviços ofertados pelo bancos tradicionais.

Para se ter uma ideia, em levantamento recente do Banco Central do Brasil, constatou-se que 42% dos cooperados realizam todas as operações que precisam somente na cooperativa de crédito e não mantêm conta em banco. Isto é, quase metade dos 10 milhões de integrantes de cooperativas de crédito no país já puderam se certificar de que tudo o que precisam em termos de operações financeiras se encontra nessas instituições.

Seu dinheiro protegido

Quando se fala em cooperativa de crédito, ainda há algum receio quanto à solidez desse tipo de organização. A maior preocupação nesse sentido é quanto à segurança dos recursos sob a administração desse tipo de instituição em uma eventual processo de encerramento das atividades da cooperativa motivado por uma moratória ou algo do gênero.

Esse é um tipo de receio natural, que qualquer correntista de um banco convencional também costuma ter. No entanto trata-se de uma preocupação infundada. Os depósitos em cooperativas têm a proteção do Fundo Garantidor do Cooperativismo de Crédito (FGCoop), uma estrutura análoga a do sistema bancário tradicional, que resguarda os correntistas de qualquer eventualidade caso haja execução extrajudicial do banco.

E o mais importante: para ambos os casos, o limite assegurado é o mesmo, R$ 250 mil, sendo que os créditos garantidos segundo a FGCoop são:

  • depósitos à vista ou sacáveis mediante aviso prévio;
  • depósitos de poupança;
  • depósitos a prazo, com ou sem emissão de certificado;
  • depósitos mantidos em contas não movimentáveis por cheques, destinadas ao registro e controle do fluxo de recursos referentes à prestação de serviços de pagamento de salários, vencimentos, aposentadorias, pensões e similares;
  • letras de câmbio;
  • letras imobiliárias;
  • letras hipotecárias;
  • letras de crédito imobiliário;
  • letras de crédito do agronegócio;
  • operações compromissadas que têm como objeto títulos emitidos, após 8 de março de 2012, por empresa ligada.

E aí, o que você achou de todas as informações aqui apresentadas? Seria mesmo a cooperativa de crédito uma alternativa mais interessante? Deixe sua opinião nos comentários!

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